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Mídias sociais se tornam caminhos obrigatórios para as empresas?

Clientes e agências comprovam na prática a eficácia dos resultados de pesquisas. Desenvolver relacionamentos e usar informações dirigidas garantem a atenção do público e compensam no baixo custo

Assessoria de Imprensa


Uma pesquisa realizada pela Altimer Group e Wetpaint, comprovou que empresas que investem em mídias sociais apresentam melhores resultados e receitas. A pesquisa foi feita com as 100 empresas mais valiosas do mundo, apontadas pela Business Week. O investimento em mídias sociais representou um crescimento, em média, de 18% nos últimos 12 meses. Por outro lado, as empresas que investiram menos ou se mostraram pouco engajadas tiveram uma queda de 6%, em média, na receita no mesmo período. Quais os motivos para esses resultados?

Por causa da democracia e da possibilidade de atingir mercados mais que específicos, garante quem trabalha com isso. "Já saiu na frente quem percebeu que a Internet não é apenas mais um 'canal' de contato com o consumidor. É o lugar onde se constroem marcas", comenta Karina Sabbag, gestora de projetos da Agência WX, agência web de Curitiba. " Imagine fazer uma linda campanha que vai ao ar em rede nacional e não cuidar das críticas que o produto recebe nas redes sociais? Sempre digo, pra falar bem de alguma coisa é difícil. Agora, para jogar pedra, tem muitos na fila. As empresas tem que monitorar e ter uma maneira efetiva para atingir seu público com suas mensagens."

Quando você coloca sua marca e suas ideias nas mídias sociais, está falando diretamente com seu público-alvo. Pode vender os hits musicais dos anos 60 para a Carla; a primeira edição do Harry Potter para o Marcos, ou ainda, suas calças jeans customizadas para os grupos de rock que ensaiam nas garagens.Também pode trocar ideias sobre política, religião ou qualquer outro assunto, virando inclusive uma referência no tema.

"E em qual outro tipo de mídia você consegue esse nível de monitoramento, de objetividade e de resultados realmente garantidos?", pergunta Karina. "O que a gente espera daqui pra frente é que muito mais gente descubra esse poder. O poder de dissipar uma mensagem para milhões de espectadores que estão realmente interessados no que você está falando. O conteúdo produzido é imenso e é tudo muito rápido. Logo, se você não é - e permanece - desinteressante, vai perder audiência. Simples assim."

Um turista na rede social - Um bom exemplo de uso das redes sociais em prol de quem usa a web para buscar informações confiáveis, é o setor de turismo. "Pessoas interessadas em turismo procuram grupos, páginas e pessoas que falem exclusivamente sobre esse determinado assunto, e os assuntos podem ser comentados por visitantes", confirma Ana Carolina Bau, da MalaPronta.com. Nos EUA, 6 entre cada 10 turistas procuram informações na web, em sites como o Facebook e Twitter.

Por isso, a MalaPronta.com atua fortemente nas redes sociais, oferecendo informação e suporte aos usuários do seu site de reservas de hotéis e carros. "A cada semana, temos dezenas de novos seguidores de nossa página no Facebook, além do perfil no Twitter", afirma Ana. Para dinamizar os perfis, a MalaPronta.com divulga diariamente ao menos duas promoções e pacotes, "e cuidamos para que nossos visitantes estejam sempre satisfeitos com o conteúdo veiculado. Dicas de lugares para viajar e detalhes relacionados a turismo são postados frequentemente em nosso blog, fazendo com que as pessoas que se interessem pelo assunto possam sempre ter a MalaPronta.com como fonte de informação."

Segundo Francisco Millarch, diretor da MalaPronta.com, com o uso das mídias sociais é possível apresentar com maior facilidade o perfil da empresa aos visitantes. "Assim, podemos mostrar que mais do que o serviço de reservas online, nos preocupamos com a garantia de boas viagens. E por entendermos a importância e relevância das mídias sociais para a população, possuímos um setor de marketing voltado especificamente para isso", complementa.

Quem está plugado? - A gestora de projetos da Agência WX explica que existem dois tipos de "gente plugada": os geradores de conteúdo - onde entram os blogueiros, o pessoal do twitter, os fissurados por tecnologias - e o "público passivo", que não deixa de gerar conteúdos, mas que participam mais em sites de relacionamento, em comentários em blogs e pequenos tweets. O que todos procuram? Um lugar cheio de pessoas interessantes - e porque não dizer empresas, instituições, etc., etc. - com quem elas possam interagir e trocar ideias.

"É preciso apenas disciplina para alimentar as ferramentas. Se você quiser ser um gerador de conteúdo, precisa estar antenado nas tendências. Saber o que está rolando no momento para poder se comunicar com os outros. Na Internet, quem lança conteúdo primeiro é pop. Quanto às empresas, as pessoas só seguem quem gera conteúdo interessante. A internet é rápida demais e milhões de informações novas estão sendo geradas enquanto você lê este parágrafo. Se o que eu estou falando não te interessa, você apenas pula para o próximo texto. Mais rápido do que um piscar de olhos", complementa Karina. As redes sociais hoje movem o mundo. É perfeitamente viável construir uma empresa através deles.

Fonte: Administradores
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Blog do Administrador
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Cochilar depois do almoço estimula a aprendizagem, diz estudo

Conclusão é que o sono é necessário para "limpar" a memória de curto prazo, liberando mais espaço para as informações

Por Karla Santana Mamona, InfoMoney

Em alguns países, como México e Espanha, é costume tirar um cochilo após o almoço. O hábito, além de ajudar a descansar, estimula a aprendizagem, segundo estudo realizado pela Universidade da Califórnia (EUA).

“O sono não corrige apenas os prejuízos decorrentes de longos períodos de privação de sono, mas, em nível neurocognitivo, leva a aprendizagem para além de onde estava antes da soneca”, explicou um dos autores da pesquisa, Matthew Walker, segundo a Agência Fapesp.

A pesquisa apontou também que. quanto mais horas a pessoa permanecer acordada, mais vagaroso se torna o cérebro. Perder uma noite de sono pode diminuir a capacidade de armazenar novas informações em até 40%.

Metodologia

Para chegar a esse resultado, os pesquisadores examinaram 39 adultos divididos em dois grupos, sendo que um cochilava à tarde. Ao meio dia, todos foram submetidos a exercícios de aprendizagem com o objetivo de estimular a região do cérebro que atua no armazenamento de memórias. Os resultados dos dois grupos foram iguais.

Duas horas mais tarde, às 14 horas, o primeiro grupo dormiu durante 90 minutos, enquanto o outro permaneceu acordado. Às 18 horas, os dois grupos foram submetidos a uma nova rodada de exercícios. O grupo que ficou desperto teve rendimento inferior em relação à rodada anterior e aqueles que cochilaram tiveram melhor desempenho e apresentaram ganhos na capacidade de aprendizagem.

A conclusão dos pesquisadores é de que o sono é necessário para “limpar” a memória de curto prazo, liberando mais espaço para as novas informações. “É como se a caixa de entrada de e-mails estivesse cheia e, até que seja limpa, por meio do sono, não será possível receber mais mensagens”, afirmou Walker.

Fase do sono


De acordo com a pesquisa, esse processo de atualização ocorre na fase dois do sono, que se encontra entre o sono profundo e o estado que os sonhos ocorrem. Os pesquisadores pretendem também analisar se a redução de sono apresentada à medida que as pessoas envelhecem está relacionada à redução na capacidade de aprendizagem com a idade.

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UE pede que Google guarde por apenas seis meses fotos originais do Street View

27 de fevereiro de 2010 às 22:34
G1


O órgão regulador de privacidade da União Europeia enviou esta semana carta ao Google, pedindo que a gigante da internet alerte as cidades antes de tirar as fotos que abastecem o serviço Street View. Além disso, a UE solicitou que a companhia reduza o tempo em que mantém as fotos originais em seus servidores de um ano para seis meses.

Essa ferramenta, disponível tanto no Google Maps quanto no Google Earth, permite que o usuário "navegue" por uma região, visualizando fachadas e outros elementos urbanos fotografados e transformados em um ambiente virtual.

Em resposta, o Google disse que já posta atualizações em seu site sobre o itinerário de suas câmeras Street View. Sobre as questões relativas à privacidade, a companhia ressaltou que as fotos são todas de lugares públicos, têm de alguns meses a poucos anos, e são tratadas para que rostos de pessoas e placas de veículos, por exemplo, para que não possam ser identificadas. Além disso, a empresa garantiu que removerá imagens específicas quando solicitada.

A companhia, no entanto, não concorda em reduzir o tempo de armazenamento das imagens originais, alegando questões de qualidade e aperfeiçoamento da ferramenta. “A necessidade de reter as imagens sem retoques [por um período de um ano] é legítima e justificada – para garantir a qualidade e precisão de nossos mapas, para melhorar a nossa capacidade para corrigir erros ao borrar certas imagens, bem como a utilizar os dados já coletados para criar melhores mapas para nossos usuários", respondeu na quinta-feira (25) à UE, o conselheiro mundial de privacidade do Google, Peter Fleischer, de acordo com o site “CNet”.

"Temos um compromisso público de um período de retenção de 12 meses a contar da data em que as imagens são publicadas no Street View, e este é o período que continuaremos a seguir globalmente”, completou Fleischer.

Serviço no Brasil

A chegada ao Brasil do serviço do Google que digitaliza imagens das ruas no serviço de mapas da empresa foi anunciada pela companhia em julho, quando começou o período de testes em Belo Horizonte, além de São Paulo e Rio de Janeiro.

Os carros do Google começaram a fotografar São Paulo e Rio de Janeiro para o serviço Street View em janeiro. O trabalho de mapeamento das duas cidades – as primeiras a contarem com o serviço no Brasil – deve durar cerca de quatro meses, de acordo com a assessoria de imprensa da companhia. Após essa etapa, ainda segundo a assessoria, serão mais três ou quatro meses de trabalho na edição e tratamento das imagens captadas pelos veículos.

A intenção da companhia é ter todas as cidades brasileiras que serão sede da Copa do Mundo de 2014 em seu site de mapas.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1507221-6174,00.html

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Abertas as inscrições para programa voltado a empreendedores

27 de fevereiro de 2010 às 22:33
Assessoria


A Universidade Veiga de Almeida (UVA) está com inscrições abertas para o Programa Inove – Carreira e Negócios. A iniciativa orienta, gratuitamente, universitários, empresários e empreendedores a montar ou inovar seu próprio negócio. Nesta edição, as atividades acontecem nos dias 9, 11, 16 e 18 de março, no campus Tijuca da universidade.

O curso tem carga horária de 12 horas e é dividido em três módulos. Neles serão abordados tópicos como empreendedorismo, planejamento, gestão e inovação, qualidades e aptidões necessárias a empresários e também novas empresas.

A participação é gratuita. Os interessados em acompanhar os módulos precisam enviar um e-mail para inovesuacarreira@uva.br. O Programa Inove- Carreiras e Negócios é uma parceria entre a UVA, o SEBRAE-RJ e a PUC-Rio.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (21) 2574-8996 ou 2574-8912. O campus Tijuca da UVA fica na Rua Ibituruna, 108.

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Condenação do Google contraria jurisprudência mundial

27 de fevereiro de 2010 às 22:32
Assessoria


A justiça italiana condenou ontem três executivos do Google por divulgar em 2006 vídeo em que um garoto com autismo é humilhado por colegas. Disponibilizado no Google Videos, a gravação cita a associação ViviDown, que auxilia pessoas com síndrome de Down, e que resolveu processar o Google juntamente com o pai do garoto por difamação e violação de privacidade.

Para o advogado Renato Opice Blum, especialista em direito eletrônico, a condenação da justiça italiana contraria a jurisprudência mundial já que o Google só passa a ter responsabilidade quando tem conhecimento do vídeo e não toma nenhuma providência, mas o Google acabou retirando o vídeo. “Não é um crime de violação de privacidade, mas sim de difamação, por parte dos colegas do garoto que gravaram as imagens”.

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Brasil é melhor aposta depois de China, dizem investidores

27 de fevereiro de 2010 às 22:32
Terra


Apesar do sentimento de que os ativos brasileiros podem já ter ido longe demais, ainda há muita riqueza a ser explorada no país. De recursos naturais a uma classe média emergente, o Brasil continua sendo uma das melhores apostas para investidores norte-americanos.

"O Brasil é bastante visto como a economia que mais rapidamente se desenvolve depois da China e com muito mais confiança no governo, quase não importando quem vencerá a eleição que se aproxima", disse Michael Fitzgerald, presidente da área de ativos globais e de América Latina do Milbank, Tweed, Hadley & McCloy LLP.

Nos últimos anos, o Brasil consolidou sua posição como uma das principais economias do mundo. O país recuperou-se rapidamente de uma breve recessão no ano passado e, para este ano, espera-se que a economia cresça mais de 5%.

Dentre os mercados emergentes da América Latina, o Brasil é o maior, mais desenvolvido e no caminho para um crescimento econômico mais forte.

Além disso, o Brasil se beneficiará da força da demanda dos consumidores, de mais investimentos e de uma recuperação nos preços das commodities, de acordo com Shelly Shetty, analista sênior da Fitch.

"A oportunidade no Brasil vai além da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos", afirmou Richard Kang, diretor de pesquisa da Emerging Global Advisors.

"O governo brasileiro tem prometido recursos para expansão em infraestrutura, e é de interesse do governo, do crescente setor privado do país e do cidadão comum que isso aconteça, e aconteça rápido."

O Emerging Global Shares lançou na quarta-feira o primeiro fundo negociado em bolsa dedicado à infraestrutura brasileira. O fundo investe em 30 das maiores companhias negociadas em bolsa ligadas à indústria de infraestrutura do país, com uma média de capitalização de mercado de US$ 11,7 bilhões.

"A classe média brasileira tem mais dinheiro no bolso. Vai exigir melhores estradas para suas motos e carros, vai exigir que haja infraestrutura", disse Kang.

O Brasil é também um dos principais fornecedores de matérias-primas para a China. Como economia de maior crescimento do mundo, o país asiático tem funcionado como um "colchão" para a maior parte dos países exportadores da América do Sul.

Essa é uma das razões pela qual o Brasil conseguiu sair da crise financeira global em condições mais favoráveis que muitos países desenvolvidos.

"A área do grande desenvolvimento de capital não está em países desenvolvidos. A maior parte da rápida formação de capital do mundo está nos países emergentes, principalmente nos maiores, como o Brasil", afirmou Fitzgerald, do Milbank.

Fonte: http://economia.terra.com.br/noticias

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Bons negócios a um clique

26 de fevereiro de 2010 às 16:30
Por Fábio Bandeira de Mello - Redação Administradores


Abrir uma loja no centro da cidade e vender roupas para os moradores, ou quem sabe, abrir uma loja virtual e vender os mesmos artigos para qualquer lugar do mundo. Esta evolução representa o e-commerce, nome dado ao comércio através da internet que vem ganhando cada vez mais espaço, principalmente, entre os pequenos empreendedores e consumidores.

No final da década de 90, as lojas virtuais surgiam com uma aposta de várias empresas americanas e européias que começaram a oferecer seus serviços e produtos através da web. Desde então, empresários de todas as partes tem se rendido a aderir essa experiência com a expectativa de alavancar lucros e trazer sucesso para a empresa através desse meio virtual.
Acompanhando a evolução do comércio eletrônico pela internet, o empreendedor Juliano Souza, viu na loja virtual uma excelente oportunidade de expandir seus negócios e ganhar cada vez mais espaço no seu ramo de atuação. Há 10 anos na web com a loja Giuliana Flores, empresa de floricultura online, o empresário relembra o processo de implementação nesse segmento.

“Como a maioria dos brasileiros, naquela época nós também não tínhamos muitas informações sobre a internet e tudo o que aprendemos, aprendemos ‘na marra’. A maior dificuldade do começo foi entregar o próprio produto em qualquer lugar do Brasil, já que nem todas as empresas de transportes estavam preparadas para carregar mercadorias mais frágeis. Hoje é tudo mais simples”, recorda e comemora o empresário. Como fruto de sua iniciativa e visão, a companhia é, hoje, o maior site de vendas em flores online do país. E somente os negócios pela internet, representam 90% do faturamento total da empresa.

Certamente, a evolução da internet com tecnologias mais ágeis e interativas vem proporcionando uma maior confiança e satisfação do consumidor com os serviços das lojas virtuais. Dados apresentados pela e-bit mostram que as vendas realizadas pela internet em 2009 apresentaram crescimento de 28% comparadas a 2008. Nesse período, o faturamento do comércio eletrônico chegou a R$ 10,5 bilhões.

O Diretor Geral da e-bit, Pedro Guasti relata que a segurança é um ponto forte para esse crescimento. “Os internautas estão cada vez mais informados e orientados a fazerem uma compra com segurança. A própria implementação de novas ferramentas gerenciadoras de pagamentos online e de prevenção à fraude trouxeram uma maior garantia tanto para clientes quanto lojistas, potencializando as oportunidades para lojas de pequeno e médio porte”.

Inovação e Lucros multiplicados

Uma das “regras de ouro” indicadas pelos especialistas em negócios digitais afirma que as empresas iniciantes no ramo virtual devem fugir de vender produtos que as grandes organizações oferecem, justamente para evitar a concorrência desleal no momento do desconto da mercadoria.

Ser inovador no e-commerce é outro quesito fundamental para conquistar a clientela pela web. Um exemplo que vem dando certo é a loja virtual ADMShop.com.br, veículo on-line especializado em artigos voltado à Administração de Empresas que está no ar desde 2008. De acordo com o coordenador do ADMShop, Diogo Lins, desde sua implementação, o portal está crescendo a cada mês. “Estava faltando no mercado uma loja especializada em artigos feitos para nós, administradores e até para pessoas de outras áreas.O ADMShop veio suprir essa carência, oferecendo produtos de alta qualidade e muito bom gosto, sempre tentando inovar, fator imprescindível quando tratamos de comércio eletrônico”, ressalta Diogo Lins.

Natan Sztamfater, Diretor do site PortCasa.com.br, especializado em artigo e utensílios para o Esta evolução representa o e-commerce, nome dado ao comércio através da internet que vem ganhando cada vez mais espaço, principalmente, entre os pequenos empreendedores e consumidores.

No final da década de 90, as lojas virtuais surgiam com uma aposta de várias empresas americanas e européias que começaram a oferecer seus serviços e produtos através da web. Desde então, empresários de todas as partes tem se rendido a aderir essa experiência com a expectativa de alavancar lucros e trazer sucesso para a empresa através desse meio virtual.
Acompanhando a evolução do comércio eletrônico pela internet, o empreendedor Juliano Souza, viu na loja virtual uma excelente oportunidade de expandir seus negócios e ganhar cada vez mais espaço no seu ramo de atuação. Há 10 anos na web com a loja Giuliana Flores, empresa de floricultura online, o empresário relembra o processo de implementação nesse segmento.

“Como a maioria dos brasileiros, naquela época nós também não tínhamos muitas informações sobre a internet e tudo o que aprendemos, aprendemos ‘na marra’. A maior dificuldade do começo foi entregar o próprio produto em qualquer lugar do Brasil, já que nem todas as empresas de transportes estavam preparadas para carregar mercadorias mais frágeis. Hoje é tudo mais simples”, recorda e comemora o empresário. Como fruto de sua iniciativa e visão, a companhia é, hoje, o maior site de vendas em flores online do país. E somente os negócios pela internet, representam 90% do faturamento total da empresa.

Certamente, a evolução da internet com tecnologias mais ágeis e interativas vem proporcionando uma maior confiança e satisfação do consumidor com os serviços das lojas virtuais. Dados apresentados pela e-bit mostram que as vendas realizadas pela internet em 2009 apresentaram crescimento de 28% comparadas a 2008. Nesse período, o faturamento do comércio eletrônico chegou a R$ 10,5 bilhões.

O Diretor Geral da e-bit, Pedro Guasti relata que a segurança é um ponto forte para esse crescimento. “Os internautas estão cada vez mais informados e orientados a fazerem uma compra com segurança. A própria implementação de novas ferramentas gerenciadoras de pagamentos online e de prevenção à fraude trouxeram uma maior garantia tanto para clientes quanto lojistas, potencializando as oportunidades para lojas de pequeno e médio porte”.

Inovação e Lucros multiplicados

Uma das “regras de ouro” indicadas pelos especialistas em negócios digitais afirma que as empresas iniciantes no ramo virtual devem fugir de vender produtos que as grandes organizações oferecem, justamente para evitar a concorrência desleal no momento do desconto da mercadoria.

Ser inovador no e-commerce é outro quesito fundamental para conquistar a clientela pela web. Um exemplo que vem dando certo é a loja virtual ADMShop.com.br, veículo on-line especializado em artigos voltado à Administração de Empresas que está no ar desde 2008. De acordo com o coordenador do ADMShop, Diogo Lins, desde sua implementação, o portal está crescendo a cada mês. “Estava faltando no mercado uma loja especializada em artigos feitos para nós, administradores e até para pessoas de outras áreas.O ADMShop veio suprir essa carência, oferecendo produtos de alta qualidade e muito bom gosto, sempre tentando inovar, fator imprescindível quando tratamos de comércio eletrônico”, ressalta Diogo Lins.

Natan Sztamfater, Diretor do site PortCasa.com.br, especializado em artigo e utensílios para o lar, ressalta que outros fatores também favorecem as vantagens do varejo on-line. “As facilidades de comprar a um clique e receber o produto com a comodidade e agilidade proporcionada pela internet aumenta a satisfação e a entrada dos consumidores no e-commerce. Entrar na loja pela internet, escolher o produto e poder parcelar também ajuda muito no crescimento do comércio eletrônico. É a migração mesmo do real ao virtual”.

Outro empresário que tem motivos para festejar é o sócio-fundador da Viajanet, Alex Todres. Com apenas três meses no ar, a agência de viagens online comemora o aumento de 400% no número de pedidos de compras online de passagens aéreas e pacotes turísticos em seu site.

O empresário acredita que com computadores cada vez mais baratos no mercado e devido à interação entre milhares de pessoas que a web proporciona, a tendência do comércio online é de se expandir. “Na web os consumidores podem procurar comentários de outros consumidores, o que ajuda muito na tomada de decisão de compra. A opinião de um usuário, às vezes, vale muito mais do que um anuncio publicitário, onde a intenção é vender um produto”, salienta Alex Torres.

Hoje já é uma realidade. Estar na internet é está conectado com o mundo 24 horas no ar durante todo o tempo. Saber explorar todo o potencial que a internet pode proporcionar é o mais novo desafio. As novas tecnologias, interações nas redes sociais e implementações de sistemas inovadores de transmissão de dados são as apostas atuais para esse mercado que demonstra ter vindo para a vida das pessoas, mas não possui prazo de validade para sair.


Confira 12 dicas fundamentais para empreendedores que estão querendo aderir ao e-commerce.


1. Seriedade: Encare a venda online com muita seriedade, o nome é virtual, mas o trabalho é real.

2. Especialização: Procure um nicho para explorar. Quanto mais específico o seu negócio, maior a chance do sucesso na internet.

3. Concorrência: Fuja dos produtos vendidos em grandes magazines.

4. Investimento em tecnologia: Na hora de comprar a sua plataforma de loja virtual, fique atento, nem todas são tão boas quanto parecem. Escolha muito bem o seu parceiro. Tecnologia é muito importante para que uma loja online esteja preparada para um rápido crescimento.

5. Formas de pagamento: inicie o seu site de vendas com o maior número de parcerias (Visa, Mastercard, American Express, entre outros) para facilitar a compra do e-consumidor.

6. Confiabilidade: Esteja na Ebit, consultoria que classifica lojas virtuais no Brasil. Só assim, mesmo ainda pequeno, os clientes irão confiar na sua loja. Não economize nos selos de segurança.

7. Teste seu portal:
Antes de colocar o site no ar, faça testes e verifique se a sua entrega chega em pelo menos três dias ao cliente. Fator importantíssimo para satisfação do cliente.

8. Organização: Lembre-se dos pilares de um site de vendas: Atendimento ao cliente, divulgação digital, logística e administrativo.

9. Marcas:
Se alie a marcas reconhecidas em suas áreas de atuação para conquistar confiabilidade do e-consumidor e oferecer produtos de qualidade.

10. Estoque: Cuide do seu estoque e da logística para atendimento ágil ao e-consumidor. A primeira impressão é a que fica.

11. Atração e retenção de clientes: Invista em marketing e meça cada detalhe das campanhas digitais, otimize as estratégias dia a dia.

12. Invista: Contrate uma consultoria especializada em vendas online, isso ajuda muito o pequeno empreendedor a errar menos no início.
Dicas elaboradas por Natan Sztamfater, Diretor do portal PortCasa.com.br.lar, ressalta que outros fatores também favorecem as vantagens do varejo on-line. “As facilidades de comprar a um clique e receber o produto com a comodidade e agilidade proporcionada pela internet aumenta a satisfação e a entrada dos consumidores no e-commerce. Entrar na loja pela internet, escolher o produto e poder parcelar também ajuda muito no crescimento do comércio eletrônico. É a migração mesmo do real ao virtual”.

Outro empresário que tem motivos para festejar é o sócio-fundador da Viajanet, Alex Todres. Com apenas três meses no ar, a agência de viagens online comemora o aumento de 400% no número de pedidos de compras online de passagens aéreas e pacotes turísticos em seu site.

O empresário acredita que com computadores cada vez mais baratos no mercado e devido à interação entre milhares de pessoas que a web proporciona, a tendência do comércio online é de se expandir. “Na web os consumidores podem procurar comentários de outros consumidores, o que ajuda muito na tomada de decisão de compra. A opinião de um usuário, às vezes, vale muito mais do que um anuncio publicitário, onde a intenção é vender um produto”, salienta Alex Torres.

Hoje já é uma realidade. Estar na internet é está conectado com o mundo 24 horas no ar durante todo o tempo. Saber explorar todo o potencial que a internet pode proporcionar é o mais novo desafio. As novas tecnologias, interações nas redes sociais e implementações de sistemas inovadores de transmissão de dados são as apostas atuais para esse mercado que demonstra ter vindo para a vida das pessoas, mas não possui prazo de validade para sair.


Confira 12 dicas fundamentais para empreendedores que estão querendo aderir ao e-commerce.


1. Seriedade:
Encare a venda online com muita seriedade, o nome é virtual, mas o trabalho é real.

2. Especialização:
Procure um nicho para explorar. Quanto mais específico o seu negócio, maior a chance do sucesso na internet.

3. Concorrência:
Fuja dos produtos vendidos em grandes magazines.

4. Investimento em tecnologia: Na hora de comprar a sua plataforma de loja virtual, fique atento, nem todas são tão boas quanto parecem. Escolha muito bem o seu parceiro. Tecnologia é muito importante para que uma loja online esteja preparada para um rápido crescimento.

5. Formas de pagamento: inicie o seu site de vendas com o maior número de parcerias (Visa, Mastercard, American Express, entre outros) para facilitar a compra do e-consumidor.

6. Confiabilidade: Esteja na Ebit, consultoria que classifica lojas virtuais no Brasil. Só assim, mesmo ainda pequeno, os clientes irão confiar na sua loja. Não economize nos selos de segurança.

7. Teste seu portal:
Antes de colocar o site no ar, faça testes e verifique se a sua entrega chega em pelo menos três dias ao cliente. Fator importantíssimo para satisfação do cliente.

8. Organização:
Lembre-se dos pilares de um site de vendas: Atendimento ao cliente, divulgação digital, logística e administrativo.

9. Marcas:
Se alie a marcas reconhecidas em suas áreas de atuação para conquistar confiabilidade do e-consumidor e oferecer produtos de qualidade.

10. Estoque: Cuide do seu estoque e da logística para atendimento ágil ao e-consumidor. A primeira impressão é a que fica.

11. Atração e retenção de clientes: Invista em marketing e meça cada detalhe das campanhas digitais, otimize as estratégias dia a dia.

12. Invista:
Contrate uma consultoria especializada em vendas online, isso ajuda muito o pequeno empreendedor a errar menos no início.
Dicas elaboradas por Natan Sztamfater, Diretor do portal PortCasa.com.br.

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Emprego: agora não existem mais desculpas

26 de fevereiro de 2010 às 11:36
Por Cláudio Moraes


É cultural escutarmos por aí que o ano profissional começa apenas após o carnaval. Que ninguém vai contratar antes desse período.Que as empresas estão de recesso e etc. Ou seja, desculpas para fracassar e "descansar" entre os desempregados existem aos montes. Vivemos hoje em uma armadilha de caranguejos, onde a tampa é aberta mas nenhum consegue sair pois os outros puxam para baixo os que tentam subir . Mas essa é a uma postura que deve ser repelida e profissionais que se julgam de destaque devem procurar se afastar deste tipo de conceito e das pessoas que os tem. Crescemos em um ambiente tido como o país do futebol, da cerveja e do carnaval e se não fizermos nada para nos destacarmos seremos fruto de um meio "medíocre".

Como dono de consultoria percebo inúmeras empresas contratando. Vejo várias vagas em aberto em belíssimas firmas. Entretanto não vejo uma mudança na mente dos profissionais . E como podemos mudar isso? É simples : buscando maximizar nossos contatos, estando verdadeiramente ativos no mercado. E não digo isso somente para os desempregados que devem abrir vários caminhos na busca por uma nova colocação, mas, sim, também para aquele profissional que está trabalhando de forma infeliz e não faz nada para mudar, baixando sua produtividade pelo desestímulo. Não deixem essas coisas acontecerem! Valorizem-se! Sugiro sempre a este tipo de profissional que visite uma empresa de assessoria de carreira, que conheça o que pode ser feito por ele para mexer , para melhor, nas bases de sua história profissional .

Percebo que muitos profissionais e até mesmo executivos não fazem a menor idéia do que é uma empresa de assessoria de carreira para profissionais e quando entramos em contato com este tipo de profissionais estes confundem com empresas de recrutamento e seleção de mão de obra e executive search. Ora, se eles não conhecem a diferença, como poderão buscar tal serviço para si próprio? Assim, apresento a seguir algumas significativas diferenças:
Recrutamento e seleção: Serviço necessariamente pago pela empresa contratante. Neste formato o profissional não pode escolher o que e fazer com que a consultoria ou agência corram atrás para ele pois quem é o "patrão" ,que dita as regras do jogo, é a empresa que paga pelo serviço. Neste formato o profissional fica em uma base de dados aguardando o dia onde a contratada para fazer o serviço possa ter algo dentro de seu perfil para apresentá-lo. Aqui o foco é atender as necessidades da empresa.

Assessoria de carreira: Aqui o "patrão" é o profissional pois é ele quem paga pelo serviço, ditando quanto quer ganhar, onde quer trabalhar (local) e qual a forma de contratação que melhor lhe atenda, nomenclatura de cargo que busca, que tipo de desafio profissional lhe estimula.Ou seja, é competência da contratada correr atrás do que o profissional quer, buscando gerar-lhe entrevistas dentro de suas pretensões ou o mais próximo dessas. Como ganha-se do profissional, geralmente essas empresas trabalham gratuitamente para as contratantes ,o que proporciona um quantitativo de vagas um pouco maior facilitando assim a chegada no que é preferido pelo cliente (profissional).

Percebo também alguns profissionais que acham que as boas vagas facilmente aparecerão e eles logo entrarão em uma boa empresa, sem fazer praticamente qualquer esforço. Esse tipo geralmente bate na porta da minha empresa seis meses depois ,arrependido de não ter contratado antes os serviços de recolocação profissional / assessoria de carreira . Não pense que o jornal de domingo o salvará. Ele é somente mais uma ferramenta para ajudá-lo. Não pense que, porque cadastrou seu currículo na Internet, as coisas estão resolvidas. Muito pelo contrário. Já procurou saber quantos profissionais estão cadastrados no mesmo site que você está procurando um novo emprego? Milhares!!! Na procura por uma boa recolocação é de suma importância ter vários caminhos e chances.Então volto a sugerir: Reative toda a sua rede de relacionamentos pessoal comunicando-a que está disponível no mercado (mesmo se ainda estiver trabalhando). Fique tranqüilo, comunicar não é mendigar emprego, você só está maximizando os divulgadores .

Revise seu currículo e se não julgá-lo perfeito procure a ajuda de um especialista. Nunca o deixe 99% bom ,pois na batalha com você existirão vários 100% bons para passar à sua frente e chamar mais atenção. Uma boa elaboração curricular é o mínimo para iniciar a buscar pela diferenciada recolocação

Nunca desamine. Se estiver demorando é porque você precisa buscar mais, abrir mais portas e não é vergonha nenhuma ir de encontro a especialistas em recolocação. Pelo contrário, vergonha é ficar muito tempo desempregado dando desculpas sobre o porque isso está acontecendo com você.


* Cláudio Moraes é diretor da D"Moraes Recursos Humanos

* www.administradores.com.br

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Saiba quais áreas demandarão mais profissionais até 2015

26 de fevereiro de 2010 às 11:36
Por Karla Santana Mamona - InfoMoney


A demanda por profissionais que atuam na área da construção civil, tecnologia de manufatura, moda, criatividade, panificação e confeitaria irá aumentar até 2015, segundo um levantamento realizado pela Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro).

A pesquisa apontou que deve crescer a oportunidade de emprego, no caso da construção civil, para profissionais das áreas de tornearia mecânica, fresagem, desenho mecânico, soldagem, eletrônica industrial e mecânica de manutenção. Outras áreas promissoras são as de design de moda, joalheria, confecção de roupas e calçados. O mercado também precisará de padeiros e confeiteiros.

Construção civil

Haverá também uma grande oferta de vagas para carreiras como marcenaria, eletricidade predial, construção em alvenaria e aplicação de revestimento cerâmico.

“Na parte de construção e edificações, destacam-se os profissionais especializados em alvenaria, aplicação em revestimentos cerâmicos e instalação predial. Para as obras de infraestrutura, as demandas são para profissionais de terraplanagem e preparação de terrenos e concreto e montagem de estruturas metálicas”, explicou o gerente do Observatório Ocupacional do Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), Márcio Guerra.

Profissionais de telecomunicações

Guerra afirmou ainda que haverá maior demanda por profissionais de telecomunicações. O motivo é que serão investidos mais de R$ 20 bilhões em telecomunicações devido à Copa do Mundo que acontecerá no Brasil, em 2014.

“É uma exigência da Fifa que todas as áreas ao redor dos estádios ofereçam telefonia e internet. Ou seja, essas cidades precisarão capacitar profissionais na área de telecomunicação”, declarou Guerra.

Parques industriais


Além da ampliação da telecomunicação no País, investimentos em habitação e infraestrutura provocarão mudanças significativas na estrutura industrial. Nos estados do Norte, Nordeste e Centro-Oeste, regiões que estão montando parques industriais, devem surgir postos de trabalho nas áreas de confecção, alimentos e manutenção mecânica.

* blogdoadm1.blogspot.com

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Tecnologia e "Capital Intelectual": uma aliança que gera sucesso

26 de fevereiro de 2010 às 11:35
Por Cesar Augusto Costa

Atualmente, recebemos informações de todas as formas e vindas de várias direções, ao mesmo tempo. Por meio de jornais, televisão, revistas, internet, rádio do carro, painéis luminosos e até mesmo pelo celular, nós recebemos uma carga enorme de informações sobre os mais variados assuntos. A questão é: estamos absorvendo tudo isto e adquirindo o conhecimento necessário?

Nessa linha de raciocínio, como empresas estão percebendo que adquirir este conhecimento pode trazer vantagem competitiva e diferencial. A este respeito, muitos funcionários estão empenhados na aquisição do "capital intelectual", e, consequentemente, trazem as mudanças e transformações para uma empresa, o mercado ea sociedade. Trata-se de um processo dinâmico e de contínuas mudanças.

A tecnologia tem contribuído bastante neste quesito. Tanto para o macro como para o ambiente das micro Organizações, considerando-a como uma Ferramenta de apoio à decisão e, também, como uma maneira de colher informações gerencial de forma eficiente. A tecnologia define e trilha os caminhos "melhores" Rumo ao nível estratégico da organização. Diante da abreviação dos tempos e ao rápido acesso às informações, é premente contar com colaboradores comprometidos para Gerenciar o processo de forma sistêmica.

Ao contrário do que pensam alguns críticos de plantão, a implantação de um software de gestão não implica em perda de postos de trabalho. A tecnologia incorporada aos processos produtivos e aos fluxos de Tarefas de uma organização promove uma rotina de trabalho específica, aos colaboradores Oferecendo atividades AGREGUEM valor que ao produto e / ou serviço.

Aqueles que possuem o conhecimento Necessário para agregar valor às rotinas já incorporadas por Desenvolver acabam, naturalmente, novos fluxos e novas formas de pensar e agir dentro da própria organização. Ou seja, uma dupla dinâmica "tecnologia-capital intelectual", é, por assim dizer, muitas vezes, uma engrenagem que modifica não só o modo como se faz a geração de riqueza, mas também uma forma como se distribui e se consolida essa nova Visão organizacional.

É do conhecimento de todos que o sucesso de muitas empresas se dá pela vantagem competitiva Obtida exatamente pelo uso deste conhecimento. Não há dúvidas que o "capital intelectual acumula" e gera riquezas, cria "competência" e resultados positivos não só no individual Âmbito de quem o possui, mas, principalmente, no aspecto organizacional.

Assim, a implantação de um Sistema de Gestão Empresarial Juntamente com o conhecimento de seus colaboradores, sem dúvida, proporciona à empresa, além nos Processos da agilidade, uma otimização geral de toda uma organização. Com isso, o colaborador ganha tempo para refletir, Desenvolver e Criar soluções focadas na competência central da empresa. E mais um ciclo virtuoso se consolida!

* Cesar Augusto Costa é Administrador de Empresa e Técnico em mecânica de precisão. Atua como consultor de negócios na ABC71 Soluções em Informática Ltda.

* www.administradores.com.br

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Desconforto no trabalho? Problema pode estar na iluminação

26 de fevereiro de 2010 às 00:08
Por Gladys Ferraz Magalhães - InfoMoney


Dores de cabeça? Sonolência? Erros frequentes? Estes são alguns dos desconfortos que podem acometer profissionais que trabalham em ambientes mal iluminados, segundo informa o diretor-geral do escritório Luiggi Contini, especializado em soluções e gerenciamento de obras para projetos de iluminação corporativa, Gustavo Saguia.

“Um ambiente mal iluminado pode induzir o trabalhador ao erro, já que o funcionário fica cansado, tem dor de cabeça, entre outras coisas. Já o contrário, um ambiente com a iluminação adequada, torna a produtividade dos funcionários ainda maior”, diz.

Qual a quantidade de luz correta?

De acordo com Saguia, a quantidade ideal de iluminação varia de acordo com as cores das paredes. Entretanto, uma boa medida é de 500 lux/m2 sobre o plano de trabalho, sendo lux a unidade fotométrica usada para medir a quantidade de iluminação.

A distribuição da iluminação também deve ser motivo de atenção, pois um posicionamento incorreto de lâmpadas e luminárias, por exemplo, pode gerar ofuscamento nas superfícies refletoras, como telas de computador, e assim prejudicar o desempenho do colaborador. Dessa forma, a soma de 16 watts por metro quadrado é a melhor opção.

No que diz respeito às cores das lâmpadas, as mais indicadas para um escritório, por exemplo, são as luzes frias fluorescentes tubulares, do tipo T8 e T5, que tornam melhores as condições visuais. Por outro lado, em uma recepção, por exemplo, as incandescentes amarelas são as mais apropriadas, já que remetem à sensação de conforto.

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Em cinco minutos diários, é possível promover qualidade de vida no trabalho

24 de fevereiro de 2010 às 10:56
Por Karla Santana Mamona - InfoMoney


Cada vez mais profissionais almejam ter uma melhor qualidade de vida, já que é comum que as pessoas trabalhem em ritmo frenético e estressante, extinguindo o tempo para se dedicar à família, aos amigos e às atividades de lazer.

“Muitas vezes, em função do excesso de atividades que temos que desenvolver no ambiente de trabalho, as inúmeras reuniões, o excesso de toques no computador, a má-postura, a corrida para nos alimentarmos em apenas 15 minutos, sem falar nas pressões do chefe, do cliente, entre outros, nos levam a perder a tão famosa qualidade de vida, que tanto almejamos”, afirmou a vice-presidente da ABQV (Associação Brasileira de Qualidade de Vida), Cecília Shibuya.

Em apenas cinco minutos


Cecília explicou que é muito importante saber equilibrar o lado pessoal e profissional. Ela destacou dicas que podem ser feitas em apenas cinco minutos que ajudam a aliviar o estresse diário e promovem a qualidade de vida. Confira:

* Pare e faça uma pausa;
* Respire fundo e solte o ar devagar;
* Fique em pé e se movimente um pouco:
* Se for possível, vá até o banheiro, lave o rosto e molhe a nuca;
* Ingira líquidos. A hidratação é muito importante;
* Se espreguice. Faça movimentos com as pernas e os braços, levando a articular o sangue;
* No calor, coloque vestimentas leves;
* Se tiver uma bolinha anti-estresse, faça movimentos com as mãos e com os pés;

Dedicar mais tempo


É indicado também que os profissionais comecem a dedicar algum tempo do dia a si mesmos. Essa mudança de comportamento deve ser gradativa e cotidiana.

“Se, ao invés de levantar correndo, a pessoa passar a se espreguiçar antes de pular da cama, já estressada, vai se sentir melhor. Se passar a dormir mais e dedicar mais tempo a alguma atividade que lhe dê prazer, com certeza constatará que estará rendendo mais no final do dia”, disse Cecília.

Cecília afirmou ainda que pessoas que têm melhor qualidade de vida são mais produtivas e ficam mais tempo trabalhando nas empresas, ao contrário dos profissionais mais sobrecarregados, que, além dos problemas de saúde, podem trazer prejuízos para a empresa e para a própria família.

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O céu turbulento da demissão

24 de fevereiro de 2010 às 10:55
Por Fernando Trevisan - www.administradores.com.br


Indicado na categoria de melhor filme para o Oscar 2010, o filme “Amor Sem Escalas” traz – de forma inteligente – uma série de questões que estão na pauta da vida moderna: equilíbrio entre carreira profissional e vida pessoal; opção pelos relacionamentos fugazes ou estáveis; a permanente crise do emprego; a ascensão da mulher no mercado de trabalho; e o impacto das novas tecnologias no cotidiano empresarial.

O filme se baseia na rotina de um executivo sênior de uma empresa especializada em realizar demissões para seus clientes. Ele viaja o país para cumprir essa missão ingrata, mas que ele executa com tranquilidade e objetividade.

O processo de demitir alguém é sem dúvida um dos mais difíceis e penosos da carreira de um executivo. Ainda que um profissional experiente possa ter realizado várias ao longo da sua vida, cada demissão continua sendo um momento extremamente estressante, inoportuno e desagradável. Mesmo tendo sido resultado de uma decisão estudada, fruto de uma avaliação profunda de desempenho daquele profissional, o ato de demitir é bastante complexo.

Tão difícil quanto necessário em vários momentos, o processo de demissão deve levar em conta dois princípios básicos: a objetividade — por ser um momento extremamente sensível para as duas pessoas, o mais indicado é ser direto, sem rodeios e com justificativas claras; e a sinceridade — envolve citar o motivo real da demissão e não o mais fácil de explicar (corte de custos e reestruturação, por exemplo). Isso só atrapalhará a carreira do demitido, pois você pode transformar esse momento delicado em uma oportunidade de feed back sincero, contribuindo para o futuro profissional dele.

A tendência natural do ser humano é evitar ou adiar um acontecimento desagradável. Como profissionais, nos deparamos com esse tipo de situação a todo o momento, e o melhor é encará-la e enfrentá-la da melhor forma possível. Ao avaliar profundamente a real necessidade de demitir um profissional, e ao fazer o processo pessoalmente por quem o contratou, o executivo está garantindo o aspecto mais fundamental que um ato desses deve permear: respeito por quem está do outro lado.

* Fernando Trevisan é diretor geral da Trevisan Escola de Negócios.

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Principais erros ao se montar uma pequena empresa

24 de fevereiro de 2010 às 10:55
Assessoria de Imprensa


É muito comum pessoas cansadas do atual trabalho ou desempregadas aventurarem-se em novos empreendimentos. Muitas delas começam um negócio a partir de uma idéia ou de um sonho. Imaginam montar um negócio e em pouco tempo começar e viver dos rendimentos desse empreendimento. Na maioria das vezes, esse sonho acaba se tornando um pesadelo, pois o empreendimento não foi bem planejado.

Muitas vezes a pessoa tem um emprego fixo, mas não está satisfeito com o trabalho, com o chefe ou não se sente realizado e quer mudar de vida. Vem então a idéia de ser o próprio patrão. Ainda há aquelas que estão desempregadas, não conseguem nova colocação e imaginam que abrir um próprio negócio seja a melhor alternativa para voltar a trabalhar. Estes são os dois casos clássicos de empreendedores que fracassam por falta de planejamento e falta de capital.

Em muitos casos, essas pessoas acabam lançando-se em ramos de atividade totalmente desconhecidos, simplesmente porque "ouviram dizer" que é um ramo lucrativo, ou porque sonham com um trabalho que lhes dê prazer. Todos os ramos são lucrativos, desde que se conheça o mercado, o local onde a empresa será instalada, os fornecedores, os prazos de pagamento dos insumos, o prazo de retorno do investimento, taxas e impostos a serem pagos e mais do que tudo, que se tenha uma boa noção das despesas e receitas mensais do empreendimento.

O principal motivo que faz pequenas empresas naufragarem antes do primeiro ano de vida é a falta de planejamento. Esse planejamento muitas vezes não é feito por falta de conhecimento da estrutura de um negócio, ou por subestimar as despesas do início da atividade de uma empresa. Nestes casos, o negócio tem início com pouco dinheiro, sobrando pouca reserva para imprevistos e para a sobrevivência durante o tempo que o empreendimento ainda não começou a se pagar. Nesta hora o empresário tem continuar tirando dinheiro do bolso para alimentar a empresa até que ela comece a dar lucro, e ainda tem que ter dinheiro para pagar suas contas pessoais. É nesse ínterim que as contas desandam. Começa a faltar dinheiro para injetar na empresa como capital de giro ao mesmo tempo que falta dinheiro para o pagamento das contas pessoais.

No fim das contas, as únicas alternativas que restam são vender a empresa por um valor irrisório, ou ainda, a mais penosa, que é simplesmente fechar as portas e arcar com todos os prejuízos.

Todos estes transtornos podem ser evitados. Basta que seja feito um planejamento meticuloso do empreendimento antes que se invista o primeiro centavo. Caso o empreendedor não se sinta capaz de fazer este trabalho, pode contratar empresas ou consultores aptos a realizar este trabalho. Claro que isto também requer um desembolso. Mas este gasto com um profissional qualificado não será em vão, pois ele lhe esclarecerá muitos pontos que podem inviabilizar o seu projeto e com isso evitar que você invista dinheiro e tempo num sonho que em menos de um ano pode se transformar num pesadelo e jogá-lo de novo no mercado de trabalho. Mas pode também orientá-lo a redirecionar o seu projeto e torná-lo viável, fazendo com que o seu lucro venha em menos tempo do que viria caso você não fosse assistido por um profissional qualificado.

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Saiba o que fazer nos processos de seleção de emprego

24 de fevereiro de 2010 às 00:10
Por Fábio Bandeira de Mello - www.administradores.com.br


Ao participarem de um processo de seleção para o primeiro emprego ou recolocação no mercado, muitos profissionais se atrapalham e tem dúvidas de como devem proceder e se portar para conseguir a tão sonhada vaga de trabalho.

Nesse momento, especialistas recomendam que o mais importante é cada profissional ter consciência da área que deseja atuar, mas sem limitar-se apenas a concorrer para uma única empresa. Para a especialista Stefi Maerker, diretora-presidente da SEC Talentos Humanos, “mais do que tudo, estamos vivendo a fase de paixão pelo que se faz. O trabalho deixa de ser um castigo e passa a ser um foco de satisfação. Quem não tiver esta visão está fadado a sair brevemente do atual emprego”, afirma.

Geralmente, os candidatos as vagas disponíveis no mercado passam por diversos processos de avaliação realizados pelos recrutadores e, aqueles que mais se aproximam do perfil da empresa são escolhidos.

Nesse processo de avaliação, a consultora Alessandra Tomelin, gerente de recursos humanos da vagas.com.br - empresa especializada em tecnologia para recrutamento e seleção de recursos humanos -, enfatiza sobre a importância de um currículo bem elaborado. “Esse é o cartão de visita do profissional na empresa. Muitos candidatos são desclassificados para uma oportunidade por colocarem as informações de forma inadequada no currículo”, afirma a consultora.

Tomelin salienta que no currículo é preciso fazer um resumo sobre todas as atividades profissionais realizadas sem ‘encher linguiça’, trazer as informações de forma clara, falar sobre seu objetivo e, principalmente, dizer a verdade. “Um dos principais erros de alguns candidatos é mentir ou exagerar sobre suas atividades do último emprego”.

Luis Testa, gerente de marketing da Vagas.com.br, alerta que já existe até um projeto de lei que prevê como crime a colocação de informações falsas no currículo. A proposta, que modifica o Código Penal (Decreto-Lei 2848/40), estabelece pena de dois meses a dois anos de detenção.

O temor da entrevista

Nas entrevistas de emprego, a escolha da roupa, o corte de cabelo ideal, a postura, saber o que falar e o que não falar, são geralmente algumas das principais indagações entre os candidatos que disputam a vaga. A preocupação não é à toa, o momento da entrevista na empresa é um dos passos mais importantes na avaliação dos recrutadores para a escolha do candidato. Nessa ocasião é possível conhecer melhor como se porta cada profissional.

A consultora Alessandra Tomelin relata que o candidato deve vestir-se de acordo com a cultura que a empresa prega e o ideal é que, na entrevista, utilize a roupa que usaria no dia normal de expediente. Sobre os erros mais comuns no vestuário, a especialista salienta “que devem ser evitados decotes, roupas coladas, maquiagem excessiva. O ideal é que os candidatos cheguem também 30 minutos antes do marcado na entrevista para evitar imprevistos”.

A especialista Stefi Maerker salienta que na hora da entrevista o candidato deve procurar ser verdadeiro e confiante. “Tenha clareza do que gosta, do que quer fazer e de como pode contribuir. Tenha suas experiências, habilidades e competências na ponta da língua. Isso vai te ajudar a conquistar a vaga”, ensina a consultora.

Confira também:

Quais são as características que as empresas esperam de um profissional?

Comece o ano com um currículo matador!

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Aparência pode decidir contratação

22 de fevereiro de 2010 às 00:10
Por Angela Souza - www.administradores.com.br


A aparência pode contar pontos não apenas no momento de conseguir um emprego, mas também na hora da definição do salário. A polêmica afirmação foi resultado de uma pesquisa realizada recentemente pela Universidade de Yale, em Conneticut, nos Estados Unidos. O estudo mostrou que, entre os entrevistados, os considerados menos ‘atraentes’ ganhavam em média 10% a menos em comparação com os de melhor aparência.

Ao analisar esse estudo, fica difícil aceitar que ele se aplica em sua totalidade à realidade brasileira, principalmente ao afirmar que a beleza garante não só uma vaga como um salário maior. Isso se aplica, obviamente, às empresas cujo negócio é a “boa aparência” – moda, estética, publicidade, eventos.

Mas, se não se pode afirmar que a pesquisa se aplica ao Brasil, tampouco pode-se afirmar o contrário.

A dimensão estética é um importante valor em todas as culturas. Diante do belo, das belas formas, do gracioso, jovial, suave, agradável e harmonioso cria-se uma atmosfera de boa vontade e empatia. Os recrutadores não são super homens ou super mulheres imunes às emoções que a presença do belo suscita. Mas os bem preparados são capazes de manter a objetividade e escolher um candidato avaliando as competências, as habilidades e as atitudes necessárias ao trabalho que irá realizar.

O belo, quando é mera aparência, sem essência, muito depressa é desmascarado. Uma recepcionista atenta é de grande ajuda para o recrutador. Ela observa o comportamento do candidato a emprego enquanto ele espera ser chamado para a entrevista e poderá traçar um perfil só com as respostas a essas perguntinhas bem básicas: como se apresentou à recepção? Chegou no horário? Estava tranqüilo? Esbaforido? Foi educado e gentil? Cumprimentou outras pessoas presentes? Sentou-se e portou-se sobriamente? Apanhou uma revista para ler? Qual revista? Abriu o próprio computador? Falou ao celular discretamente? Pareceu impaciente? Transpirava? Tomava café ou água demais?

Além disso, hoje há câmeras por todo lado. Ficou fácil confrontar a percepção sobre a pessoa.


Conteúdo define a escolha

No fim das contas, as empresas contratam as pessoas afinadas com os seus valores, visão e missão. Nos processos seletivos costumam deixar claro “como são as coisas por aqui”. Ou seja, qual a cultura prevalecente. E essa cultura decorre dos valores que as pessoas compartilham, explicitados, por exemplo, em comportamentos, vestuário e postura no trabalho.

É comum que pessoas se candidatem a empregos em empresas cujas culturas ou “jeito de ser” façam sentido para elas. Algumas buscam empresas por serem “cool”, oferecerem “mimos” como liberdade e informalidade. Outras preferem empresas com estilos de negócio e gestão mais tradicionais. Num caso ou noutro, a aparência das pessoas segue o estilo da empresa e a percepção do belo pode variar.

Aparência, essência e sedução

Mesmo que a pesquisa aludida não se aplique à nossa realidade, empresas e candidatos a emprego se esmeram na arte da sedução. Um quer ser atraente para o outro. Quer ser a escolha do outro. Seduzir é fazer crer que se pode propiciar ao outro, melhor do que ninguém, o que ele deseja. O sedutor faz-se encantador, irresistível. Sabe o que pode encantar e oferece - seja “boa aparência”, comportamento ou atitude. Isto não precisa implicar numa deliberada, contínua e penosa “representação”. Se for pura aparência, sem essência, não há como sustentar-se por muito tempo. Ainda que amem o belo, as empresas precisam de resultados. Se for possível ter o melhor dos dois mundos (beleza e resultados), por que não?
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* Angela Souza é Diretora de Desenvolvimento Humano e Organizacional da empresa Talk Interactive. É bacharel em Filosofia pela UFSC, especialista em Filosofia Política (UFSC) e em Gestão Estratégica de Negócios (FGV/RJ).

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Avaliar a concorrência ajuda na conquista de um novo emprego

22 de fevereiro de 2010 às 00:09
Por Karla Santana Mamona - InfoMoney


O ano de 2010 começou com expectativas positivas para o mercado de trabalho. Se você faz parte da parcela de profissionais que está entusiasmada com as previsões e tentará uma nova oportunidade de emprego, deve ficar atento a alguns aspectos.

Segundo o consultor e especialista em Desenvolvimento de Novos Negócios, Renato Senatore, o primeiro passo para conquistar a vaga desejada é avaliar a concorrência direta. “É importante refletir sobre as pessoas que atuam no mesmo mercado. Por isso, os profissionais devem analisar quais são as habilidades e deficiências de seus colegas. Após essa reflexão, é necessário fazer a comparação com suas habilidades”, explicou.

Caso esteja defasada, a pessoa deve procurar maneiras que ajudem a suprir suas deficiências, por meio de cursos, workshops, leituras, ajuda de consultores, entre outros.

Avaliação direta

Senatore afirmou ainda que a avaliação da concorrência também pode ser feita diretamente, por meio da rede de relacionamento, o famoso network.

“Procure um colega que atue na mesma área e aborde questões relacionadas ao seu trabalho. Veja se a opinião dessa pessoa é a mesma que a sua. Busque saber quais são as atividades recentes desempenhas por ele e como está se atualizando no mercado. Troque informações”, declarou Senatore.

Estudar as empresas

Além de avaliar a concorrência, o profissional precisa estudar sobre as empresas em que pretende se candidatar. É importante descobrir quais são as necessidades dessas organizações, o que elas buscam ou precisam para que os seus negócios sejam mais competitivos.

“Comparando seus conhecimentos com os dos outros candidatos e depois confrontando-os com as necessidades das empresas, o candidato conseguirá enxergar claramente quais são as suas habilidades de maior valor, assim como identificará quais conhecimentos e habilidades precisa desenvolver para se diferenciar dos demais e aumentar suas chances”, concluiu Senatore.

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Área acadêmica e consultoria são opções para dar novo rumo à carreira

22 de fevereiro de 2010 às 00:08
Por Equipe InfoMoney - InfoMoney


Quem pensa em dar um novo rumo para a carreira deve estar atento às oportunidades existentes fora das empresas.

Segundo o consultor da DBM, Alexandre Nabil, o mercado de trabalho está passando por mudanças intensas, ainda mais depois da crise mundial, que levam muitos a repensarem sobre a carreira. Neste momento, o profissional experiente deve considerar as oportunidades que a área acadêmica e as consultorias propiciam, segundo afirmou o consultor.

Consultoria


De acordo com Nabil, o cenário traz oportunidades para quem quer oferecer consultoria para as empresas que precisam de ajustes ou que convivem com a necessidade de adotar novas práticas.

"As empresas continuam atentas à manutenção da eficiência, das estruturas enxutas e da contratação de consultores em serviços especializados. Por isso, não se deve descartar a possibilidade de, em vez de atuar como executivo da empresa, assumir a posição de consultor dela", disse Nabil.

A carreira é interessante para quem conta com networking bem estabelecido e construído ao longo do tempo. "A opção é especialmente interessante para quem traz no currículo realizações relevantes", completou.

Área acadêmica


"Há muitas instituições em risco, depois que o número de vagas para cursos de graduação se ampliou, sem igual crescimento da demanda, aliado a uma certa estabilização na oferta de cursos de pós-graduação. Isso abre espaço para a profissionalização da gestão", afirmou o consultor.

As instituições de ensino exigem que os professores tenham, além da formação acadêmica, experiência na área em que lecionam. Caso o profissional opte por ministrar aulas, ele deve investir em qualificação.

"Quem pode investir na própria educação neste momento certamente estará investindo de maneira acertada, pois este profissional terá um ativo muito mais valorizado, além de mais possibilidade para recolocar-se no mercado de trabalho", concluiu Nabil.

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Dicas para os estudantes universitários economizarem

22 de fevereiro de 2010 às 00:06
Por Reinaldo Domingos - www.administradores.com.br


O sonho de ter no currículo um curso superior acompanha a maioria dos jovens brasileiros. Porém, com a concorrência cada vez maior por vagas em faculdades públicas, muitos estudantes precisam estudar em instituições particulares, ou precisam mudar de cidade.

No caso das universidades particulares, existe um custo. Só a mensalidade eu um desses cursos fica numa faixa de R$ 650,00. O que sozinha, já pode levar muitas vezes o estudante e sua família à inadimplência.

Fora isso, os estudantes que entram nesse novo estágio da vida tem diversas outras preocupações financeiras. Diferente do que ocorria anteriormente no colégio, o número de livros e textos que o aluno tem que ler é muito maior; tem também o custo de transportes, e aumentam as baladas e os eventos sociais. O caso se torna ainda mais grave quando o estudante muda de cidade, nesse caso, ainda existe o custo de moradia, telefone, alimentação e viagens.
Veja algumas dicas de economia para essas situações:

· Buscar economizar o máximo possível na utilização de papel e cadernos, utilize material de outros anos que tenham folhas em branco, uma boa dica é o uso de sulfites já utilizadas de um lado como rascunhos;

· Em função do grande número de texto para ler, é interessante formar um grupo de estudos com colegas compartilhando textos, uma cópia de cada texto será suficiente para vários alunos, mas é importante que todos tenham o mesmo ritmo, para que não haja confusões. Também é importante utilizar as bibliotecas;

· Não deixe de aproveitar as baladas, mas selecione as que realmente valem a pena e as que são mais econômicas, uma boa dica é reuniões e encontros caseiros. Diversão não é sinônimo de gastos;

· Sobre transporte, sempre existem os passes estudantis, utilize os transportes públicos. Se isso não for possível, busque revezar ou dividir carro com o maior número de pessoas possíveis;
· Se trabalhar, busque sempre ter uma reserva no fim do mês, são frequentes imprevistos que podem fazer com que tenha que parar com o curso;

· Caso não trabalhe, é a hora de buscar um estágio remunerado, além de ser bom para o currículo, o dinheiro que recebe poderá ser utilizado para reduzir os custos de sua família com a mensalidade, e para que você comece realmente a conquistar sua independência;

· Busque descontos nas mensalidades ou mesmo créditos educacionais, mas, lembre-se, esses terão que ser pagos no futuro, assim, já deve começar a fazer uma reserva extra;

· Se for morar fora, busque morar em repúblicas com pessoas que tenha as mesmas condições financeiras que você e com um aluguel mais baixo possível, faculdade não é fase de status e sim de estudo;

· Evite comer fora com frequência, cozinhar é uma solução econômica e relaxante, também, existe a possibilidade de levar lanchinhos em vasilhas ou mesmo os lanches naturais;

· Por mais que a saudade dos familiares seja grande, a universidade é um momento de conquistar seu espaço, assim, não é necessário viajar todo o fim de semana, nem telefonar todo dia, mas, cuidado, ficar em outra cidade sozinho não é sinônimo de sair bagunçar e gastar.


A faculdade é uma fase de crescimento e nesse processo está a capacitação financeira, assim, todo cuidado é pouco para que você realmente cresce e tenha um futuro adequado para seu crescimento profissional.


Reinaldo Domingos - Educador e Terapeuta financeiro. Também é autor dos livros “Terapia Financeira” e O Menino do Dinheiro - (Editora Gente), e criador da Metodologia DiSOP

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Turismo on-line é uma boa oportunidade para profissionais iniciantes

22 de fevereiro de 2010 às 00:05
Por Karla Santana Mamona - InfoMoney


O setor de turismo on-line está em crescimento no País, o que é uma boa oportunidade para profissionais que estão no início da carreira.

“Devido ao grande crescimento do mercado consumidor e das facilidades de pagamento, as agências não têm condições de atender pessoalmente todos os seus clientes, por isso que o turismo on-line é tão promissor”, explicou a professora de Hotelaria do Centro Universitário do Senac, Laura Santi.

Características necessárias

A professora afirmou que o profissional deve ter algumas características para pode atuar no ramo. “Nós da área tratamos o turismo como um produto, mas, para o consumidor, aquilo é muito mais do que um produto: são as merecidas férias, a viagem dos sonhos, a oportunidade de fechar um negócio. Por isso, quem trabalha com turismo deve ter sensibilidade”, declarou a professora.

Além dessa qualidade, o profissional deve ter excelente conhecimento em geografia, ter boa cultura e boa argumentação, além de entender da plataforma de informática que o sistema on-line atua. Laura afirmou ainda que esse é um dos motivos para o mercado ser promissor aos iniciantes na carreira. “Os jovens profissionais podem se adaptar mais facilmente à tecnologia”, disse Laura.

Turismo on-line x atendimento pessoal

Muitas empresas temiam que o atendimento pessoal em suas agências desaparecessem com o surgimento do turismo on-line. Mas, de acordo com a professora, isso não existe mais.

“As duas atividades irão conviver juntas por muito tempo. Existe diferença nos serviços oferecidos, já que, no turismo on-line, os produtos estão pré-moldados e muito claros para os clientes. Por isso, as empresas que atendem pessoalmente tiveram de repensar a sua maneira de trabalhar”, afirmou Laura, acrescentando que os agentes tornaram-se consultores, que oferecem opções específicas, além de dar orientações pessoalmente aos turistas. São atuações diferentes, por isso, há oportunidades para ambas as atividades.

Remuneração

Segundo o CEO da Decolar.com no Brasil, Alípio Carmanzano, a remuneração das pessoas que atuam no turismo on-line depende também do desempenho de vendas daquele mês, já que ganham um salário fixo mais a comissão.

“Tudo depende do desempenho do profissional e do tempo que trabalha na empresa. Os salários variam de R$ 800 a R$ 8 mil, mas a média salarial é de cerca de R$ 3 mil mais as comissões”, finalizou Carmanzano.

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Indicadores / Cotação

Recados

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